Vereadores repercutem paralisação da Prefeitura

por Assessoria de Comunicação publicado 22/08/2018 13h00, última modificação 22/08/2018 14h43

Durante a reunião Ordinária da terça-feira (21) os vereadores falaram sobre a paralisação e decreto de ponto facultativo da Prefeitura Municipal de Viçosa, realizados no mesmo dia, em protesto aos atrasos no repasse de verbas por parte do Governo de Minas Gerais. Os parlamentares se dividiram entre serem favoráveis ou contrários ao decreto.

O primeiro a levar o assunto para a tribuna da Câmara foi o Vereador Sávio José (PT). Para Sávio não se deve passar a mão na cabeça de quem não cumpre com seus compromissos, mas existem formas mais adequadas de protestar, deixando de fora questões partidárias, “existem meios melhores do que fazer campanha eleitoral nesse momento, pois pelas manifestações que vi das professoras municipais, o que tivemos foi muito mais um movimento eleitoral, do que um movimento de contestação”, disse.

 Líder do Prefeito na Casa Legislativa, o Vereador Arlindo Antônio Carneiro (Montanha) (PSDB) defendeu a atitude da Prefeitura Municipal, pois segundo ele não foi o período eleitoral que trouxe a manifestação, mas as circunstâncias, “o abraço que a Prefeitura deu foi da vergonha de não ter atendimento pra quem precisa, precisamos ter dó daqueles que não tem atendimento, de quem está nas filas sem condições de tratamento”, afirmou.

O Presidente da Câmara, Vereador Carlitos Alves dos Santos (Meio Kilo) (PSDB), disse ser contrário ao decreto de ponto facultativo, mas ressaltou que essa medida permite trabalhar àqueles que quiserem. Carlitos frisou a importância de denunciar e punir todos os políticos envolvidos em casos de corrupção, pois “o dinheiro público é de todos e merece respeito”, concluiu.

 

 

Texto: Igor Gama

Revisão e foto: Mônica Bernardi

 

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